domingo, 14 de junho de 2009


Estou presa em um momento de nostalgia, sinto falta daquilo que me fazia sorrir, sinto falta do toque suave na minha pele, sinto falta. Sinto falta de sentir o que sentia por ele, sinto falta de chorar noites e noites, de ficar com os olhos inchados amargurada com a saudade, não posso fazer isso, pois a saudade não existe mais, foi só isso, um breve sentimento
uma pequena paixãozinha, mas passou, e sinto falta, sinto falta de estar apaixonada por alguém.
Sou um pouco tola admito, estou procurando alguém que me faça sentir feliz, estou procurando alguém por quem eu me apaixone, estou procurando por alguém que eu possa chorar lembrando o nome, estou procurando sarna pra me coçar isso sim, por que não posso me aquietar e ficar na minha, estudar, trabalhar, sair, beijar sem me comprometer, e isso eu respondo agora, por que eu não quero, eu não quero me sentir vazia. A paixão é algo que me en
che e me move, tal como o oxigênio, é algo que completa meu eu, eu nasci pra estar apaixonada, mas não me parece que nasci pra amar. Amor é uma coisa diferente, pouca gente sente na vida pra falar a verdade, não é aquela coisa de revista, com gente sorrindo e se abraçando estampadas num papel tosco, não aquela lenga lenga de ciúmes e inveja que agente costuma assistir no cotidiano da vida alheia, amor é sublime é mágico, é muito mais do que borboletas no estômago, acho que todo mundo já ouviu falar que as borboletas possuem pouco tempo de vida, ou seja logo as borboletas se vão, e deixam um vazio onde estavam. Me lembro de uma vez quando alguém me disse, e eu nunca vou esquecer, não se sofre por amor, se sofre por paixão, por que amor, amor é de verdade. Quero amar de verdade, quero mesmo, quero me apaixonar também, quero viver, quero sentir, quero ser mais eu, espelhada no semblante de alguém.


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